SP FIAM – Sou Publicidade FIAM

Conheça um pouco mais sobre este novo projeto do curso de Publicidade e Propaganda.

A propaganda faz parte das nossas vidas.

Você pode até ser novinho, mas isso não te impede de ter repertório e conteúdo!

Novo perfil de homem?

A relação entre o consumo masculino e o papel da publicidade e propaganda.

Quer ser reconhecido?

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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Publicidade no Google e Youtube.

Por Kauê,


Palestrante: Rafaella Battini – Gerente de contas Google Brasil.

Ela começa falando sobre as transformações dos negócios, hoje em dia, com o consumidor. Segundo ela, todos estão online hoje. Uma pesquisa feita nas favelas do Rio de Janeiro, mostra que 9 entre 10 moradores, com menos de 30 anos, acessam a internet dentro de suas próprias moradias.

As empresas chegam até o Google e questionam se a procura por tal produto é grande, antes que elas possam criar algum anúncio. Existe uma ferramenta própria para isso, que é o google.com/trends – A pessoa ao acessar o site e colocar qualquer palavra, é mostrado na tela uma análise de buscas – Não de vendas - referente aquele produto.
Hoje, no Brasil, temos mais de 110 milhões de pessoas conectadas, desse total 18% fazem as buscas pelo celular. Ano que vem, Rafaella diz, que pode ser muito maior esse porcentual.

O trabalho de Rafaella também inclui o meio educacional, além de ser gerente de contas, ela tem o papel  de mostrar que a tecnologia está aí para ser usufruída por todos.

Com a Internet, hoje temos super poderes, temos memória infinita e, com isso, a reinvenção dos negócios, como citei acima. Veja alguns exemplos:
Com o site AIRBNB.com , você é capaz de acessar vagas de hotéis, reservar e até mesmo alugar, em qualquer lugar do mundo. Sem precisar gastar horas no telefone.
Veja outro exemplo, no Brasil temos, agora, a tecnologia de pagamento com o cartão de crédito através de uma maquininha que você conecta junto com ao celular do vendedor. Nos Estados Unidos não é usado esta maquina, o pagamento é feito pelo próprio celular. Segundo ela, os EUA estão anos luz a frente quando o assunto é tecnologia.
No meu post anterior, eu comentei sobre a vida de um morador de rua que foi transformada através do Facebook, se você não leu, clique aqui. Neste eu quero frizar a vida de uma cozinheira – Cake Designer, segundo ela – que foi transformada pelo Google.

Veja sua história, aqui: https://www.youtube.com/watch?v=BEITHnfREig
Rafaella comenta que, no ato da pesquisa anterior a compra, existe o momento zero da verdade. 

Antigamente, a compra era feita através desta sequência:
Estímulo – Consideração (Porque quero isso?) – Compra (PDV) – Fidelidade.
Hoje a história muda um pouco, segundo ela no ZMOT, ou momento zero da verdade, é incluída uma ação, vejamos:

Estímulo – PESQUISA – Compra – Pós Compra 
O que torna isso um turn over, uma ação de 360°, sem fim. Pois o consumidor está sempre pesquisando algo novo, seja para ele, para seus familiares, amigos, seu carro, sua casa, etc.

No Google, todos os funcionários tem o seu “momento 20%” onde ele pode usar de suas qualificações a ponto de criar algo novo e útil para todos. Dessa ação saíram alguns itens usados por mim e por você, tais como: Google Maps, GMAIL, etc. 

E alguns mais novos/ousados, como Google Glass e um balão que, ao ser colocado no ar, emite sinais de internet a um raio de 50 km de distância, com o foco naquelas pessoas que não tem acesso a internet. Acompanhando esse avanço, hoje, com o Google Maps, você pode, além de ver a rua em que mora, entrar no recinto. 

No final da apalestra, uma amiga minha perguntou a Rafaella sobre nossa segurança ao mostrar o recinto por dentro, Rafaella responde:

- Nós não mostramos o número da casa. Muito menos rostos de pessoas e placas de veículos. Referentes a isso vocês podem ficar tranquilos.

Durante a sessão de perguntas, gostaria de destacar algumas que foram feitas:

Com o WAZE (Aplicativo de trânsito muito útil) o Google Maps pode se sentir ameaçado?
- Bom, ambos têm suas finalidades e são bem diferentes um do outro. Nós o compramos, porém ainda não vamos junta-los devido a isso. Por enquanto, deixemos como está.

A Google está aberta para visitações? 
- Eu ansiava por essa pergunta – diz Rafaella – mas, infelizmente, não. Devido a informações sigilosas que temos lá dentro.

Quando que a Google vai dominar o mundo?
- Queremos. Logo mais. (Risos)

Gostaria de terminar esse post mostrando o que mais me chamou atenção durante a palestra. Um vídeo, feito anualmente, chamado Zeitgeist, onde é mostrado as palavras mais buscadas durante o ano.

Para finalizar, deixo abaixo o link do vídeo feito em 2013:


Espero que tenham gostado!



Kauê é aluno do 4ª semestre do curso de Publicidade e Propaganda do FIAMFAAM Centro Universitário, campus Vergueiro. No Blog SP FIAM ele escreve sobre Memória, destacando campanhas do passado, que além de premiadas, continuam como referências no universo publicitário.

+SP

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

O marketing voltado para as pessoas

Por Kauê,

Durante esta palestra, não tive como não lembrar das aulas de Marketing II, do professor Paulo. O Facebook, hoje em dia, já alcançou cerca de ¼ da população mundial, chegando a marca de 1.3 BILHÕES o seu alcance atual.

Sua meta é chegar á cinco BILHÕES. Como? Através de parcerias com empresas.
Sim, o Facebook também faz parceria e anúncios. Coloque a palavra “Face” ou “Facebook” no Google e veja o texto “Anúncio” em amarelo que aparece sobre o site.

O Facebook é a rede social mais usada no mundo todo, em todos os países, menos no Japão, onde o vencedor invicto é o Twitter.

Lucas Amadeu também volta um pouco no tempo, ao comentar que em 1950 a comunicação era feita somente pelas rádios, anos depois veio a tevê e ultrapassou o aparelho. Em 2000, com a chegada do digital/internet tudo ficou mais fácil, inclusive a comunicação e seu TCC no fim do curso.

O número de pessoas conectadas, hoje, principalmente no Facebook, ultrapassa o número de pessoas que, ainda, assistem a TV. Junto disso, o tempo usado em outras plataformas digitais nem chega perto ao tempo gasto na rede social azul escura.

E, para você que pensa que o Facebook é apenas uma rede para compartilhar informações, noticias e postar fotos, saiba que existem vidas que foram transformadas com a ajuda do Facebook.  Veja o vídeo



Para você que não pode, por algum motivo no momento assisti-lo, vou resumir a história:

Raimundo era um morador de rua, morava em São Paulo, aproximadamente a 35 anos. Ele gostava muito de escrever poemas, um belo dia, uma mocinha chamada Shalla Monteiro o ajudou a realizar o seu humilde sonho de publicar um livro com suas escritas, e criou uma Pagina no Facebook colocando ali os textos de Raimundo. Agora vou deixar o clima, o vídeo está em Inglês, legendas em espanhol, mas fica fácil de acompanhar!

Continuemos a falar sobre as ferramentas do Facebook.

O Facebook não trabalha com cookies,* diz Lucas, e sim pessoas. Não estranhe quando algum anúncio aparecer para você e você pensar: “Era justamente isso que eu estava precisando”, não. As propagandas, vulgo anúncios digitais, são mapeadas para cada usuário. 

Portanto fica fácil saber quem gosta de esporte, quem é mãe, quem vai tê-lo daqui a alguns dias, sua opção sexual, etc. Cabe aqui uma observação feita pelo roteirista: O Facebook não divulga suas informações pessoais a ninguém. Aquilo que você posta, escreve, compartilha ou até mesmo coloca no item “Informações Gerais” é salvo no servidor, para que eles saibam quem é você, e saibam aonde direcionar as informações coerentes ao seu perfil.

Lucas comenta que, quando trabalhava na TAM, cerca de 10 anos atrás, consegui vender mais de 40 mil passagens aéreas durante o ano, junto com sua equipe, somente usando as ferramentas que o Facebook disponibiliza. Através de uma checagem que quem queria, ou não, viajar. 

Existem dois tipos de ferramenta: 

Público personalizado”: Sim, a ferramenta possui este nome, segundo Lucas é uma ferramenta que filtra as informações que o anunciante mais precisa, tais como idade, sexo, estilo, etc. Através das páginas que você curte postagens, perfile hashtags (#). Ou seja, uma mensagem escolhida a dedo para você. Veja como és especial!

E uma ferramenta chamada “Look a Like” ou “LookaLike”, esta ação é um pouco mais difícil de ser utilizada e requer aprendizado em programação. Se trata de um código, ou pixel, colocado no site do anunciante e, que ao ser clicado pelo interessado, se houver alguma aba do Facebook aberta, o perfil do usuário é encaminhado diretamente ao banco de dados do site, diz Lucas.

E, novamente, para você que pensa que Facebook é apenas Anúncio a torto e a direito, está enganado. Apenas 5% do conteúdo ali encontrado é anúncio. Os outros 95% se tratam de postagens pessoais.

Lucas, para finalizar a palestra, deu o exemplo de duas marcas que conseguiram se destacar no Facebook, algo que é muito difícil, são elas: Chico Rei (Marca de camisetas e acessórios. Tenho 8 camisas desta loja, é muito boa. Sou uma advogado da marca.) e a Smirnoff, a começar pela campanha “Um Brinde a Vida Real”.

Para terminar, Lucas aconselha a nós, jovens, a mergulharmos nesse mundo Online. “Pois antigamente não tínhamos isso, hoje temos. Devemos aproveitar cada detalhe, com cuidado e curiosidade”.

Espero que tenham gostado!

*Um cookie é um pequeno texto que os sites podem enviar aos navegadores, anexado a qualquer conexão. Nas visitas posteriores o navegador reenvia os dados para o servidor dono do cookie. Um cookie é transmitido até que perca a validade, que é definida pelo site. Os sites geralmente usam os cookies para distinguir usuários e memorizar preferências.
Fonte: http://br.mozdev.org/firefox/cookies





Kauê é aluno do 4ª semestre do curso de Publicidade e Propaganda do FIAMFAAM Centro Universitário, campus Vergueiro. No Blog SP FIAM ele escreve sobre Memória, destacando campanhas do passado, que além de premiadas, continuam como referências no universo publicitário.

+SP

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Quem bate? É o friiio!



Você jovem, e estudante de Comunicação (ou não), pode até achar que esse jargão é recente, pois possivelmente você já o ouviu. Entretanto, não é tão novo assim não! É mais velho do que seu pai. É de 1963. 

Existem comerciais, anúncios, jargões e slogans que marcam. E esse, feito pelas Lojas Pernambucanas é um deles.

Eu pedi a ajuda do meu tio para fazer esse post e, confesso que, rí demais quando ele me disse “Fí, isso é mais ‘véio’ que eu! Lembro que assistia essa parada em preto e branco naquela TV da sua avó, que parece uma bomba atômica”.

Veja: 

Não sei você, mas eu dei risadas com esse vídeo.

O comercial passou por uma atualização mista de uma reciclagem, por meio da agência JWT, para o festival de inverno que aconteceu este ano, na própria estação.

Vale lembrar que essa tal reciclagem vem desde 2013. 
Confira as duas versões: 

2014: 

2013

Cá entre nós, a expressão desse “fantasminha” era mais camarada antigamente. 

Ficha Técnica.

Agência: JWT
Título: Festival de Inverno 2013
Cliente: Pernambucanas
Produto: Institucional
Finalização: Zulu Filmes
Produtora de som: Sax so funny

Fontes:
www.propagandasMemoraveis.wordpredd.com 
http://www.ccsp.com.br/site/ultimas/64438/Quem-bate-o-frio

www.exame.abril.com.br


Kauê é aluno do 4ª semestre do curso de Publicidade e Propaganda do FIAMFAAM Centro Universitário, campus Vergueiro. No Blog SP FIAM ele escreve sobre Memória, destacando campanhas do passado, que além de premiadas, 

+SP

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Luz, câmera, ação. Gravando!



No dia 25/09 os membros do SP FIAM, campus Vergueiro, receberam a equipe de Marketing do Complexo Educacional FMU para um bate-papo que resultará em uma matéria sobre o blog do curso de Publicidade e Propaganda, nos principais canais institucionais.

Na ocasião, Nathalia Andrade (FMU) entrevistou a equipe para conhecer melhor o projeto e o perfil de cada um que atua na produção de conteúdo do blog. 




Estavam presentes os alunos, Aline Bonfim, Kauê Pedretti, Nathalia Dias, além dos professores Me. Wesley Moreira (Coordenador do Projeto SP FIAM) e Dr. Ricardo Costa (Coordenador do Curso de Publicidade e Propaganda).

Durante a gravação os alunos destacaram a importância da atividade do blog agregando valor à formação acadêmica, assim como a interação entre eles com a Instituição, o mercado e os colegas de curso. 




Os professores pontuaram a relevância da atividade e o compromisso de tornar o blog uma referência de produção e interação, que deverá atrair olhares do mercado de trabalho ao longo do tempo para a o perfil de profissionais que o curso de Publicidade e Propaganda da FIAMFAAM e FMU estão formando.


+SP

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Bonita Camisa, Fernandinho!

Por Kauê,



Um post nostálgico para alguns e novo para outros. Quantos se lembram do comercial da marca Us Top? Eu não. Creio que a maioria de vocês leitores também não. Pois é da década de 1980.

A marca, na qual a conta estava com a agência Paulistava Talent, não sabia o quão falado seria esse bordão:“Bonita Camisa Fernandinho”, entre os Fernandos da época e tantos outros até hoje.

Um bordão que foi repetido por, nada mais nada menos que os ex-presidentes da República, Fernando Collor de Melo e Fernando Henrique Cardoso.

Sob a direção criativa de Ana  Longobardi,  a campanha foi premiada na época. Afinal, foi uma das poucas campanhas que usaram homens comuns, sem muita ostentação, em seus comerciais que, ao comprar uma camiseta, escolhiam sempre o melhor e o mais elegante. 

No vídeo, o camarada chamado Fernando é elogiado pela sua vestimenta por seu chefe, que diz:

- Bonita camisa, Fernandinho.

Enquanto os outros, ao redor da mesa de reunião, se vestiam iguais ao seu superior, como o que costumeiramente chamamos de "puxa-sacos".

Veja ou reveja o comercial, aprecie e volte 30 anos atrás:


Fonte:

Propagandas Históricashttp://www.propagandashistoricas.com.br/2013/10/ustop-bonita-camisa-fernandinho-1984.html


Kauê é aluno do 4ª semestre do curso de Publicidade e Propaganda do FIAMFAAM Centro Universitário, campus Vergueiro. No Blog SP FIAM ele escreve sobre Memória, destacando campanhas do passado, que além de premiadas, 

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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Desde 94, a número 1.

Por Kauê,

COPA DO MUNDO FIFA DE 1994. Lembram da comemoração dos jogadores, Apontado o dedo pra cima? E do momento em que levantaram a taça? 


Foi durante uma aula com o Prof. Renato Campos, no curso de Publicidade e Propaganda, que fiquei sabendo deste case e desde então não sai da minha cabeça. Agradeço por sua ajuda e paciência ao me explicar, novamente, esta ação publicitária. 

Possivelmente muitos dos estudantes de comunicação não recordarão desta copa do mundo, ocorrida nos Estados Unidos da América, em 1994, passados 20 anos. Pois é, nem eu. Justamente por isso, é interessante reviver uma ação publicitária dessa época. Nesse post falaremos de uma campanha feita pela Brahma, quando ela ainda não fazia parte da AMBEV.

Naquela época as marcas patrocinadoras do mundial foram Coca-Cola, Antarctica, Kaiser. Espaços publicitários foram adquiridos por essas marcas anos antes do evento.  Porém a Brahma, até então, não havia se pronunciado, muito menos comprado seus 30s para a veiculação de um comercial entre um tempo e outro de uma partida de futebol, ou soccer, como os estadunidenses chamam o “nosso” futebol.

Naquele ano, a conta da Brahma estava com a agência de Eduardo Fischer (Foto à esquerda) que, junto com o publicitário Claudio Canillo, teve uma ideia diferenciada sem ter em mente a repercussão que isso ia dar. Para entender melhor o conceito, imagine você sendo convidado para ir à Copa com tudo pago, estadia, alimentação, vôo, transporte ida e volta para o estádio. Imaginou? Pois bem, foi isso que a Brahma fez. Chamaram alguns brasileiros daqui e outros residentes nos  EUA.

Tentador, não? Porém, havia uma condição: durante os jogos, eles deveriam usar uma camiseta verde e amarela, estampada com o número um no meio, simbolizando a nova campanha da Brahma, “A CERVEJA NÚMERO UM” e no momento dos gols, os torcedores deveriam reproduzir o mesmo símbolo com as suas próprias mãos. Alguns tinham uma mãozinha estilizada pela própria marca. Eles deveriam se sentar nos primeiros bancos das arquibancadas para que, quando a câmera passasse, captasse a imagem deles. Vale lembrar que as gravações são feitas por uma empresa contratada da Fifa, e não pelas nossas redes de televisões locais, nesse sentido não havia nem uma colaboração de uma rede Globo, por exemplo. 


A Fifa não tinha nem ideia de quem/do que era a Brahma, e nem sabia que aquilo se tratava de uma estratégia de marketing, denominada emboscada. Até alguns jogadores do Brasil também entraram neste meio, reproduzindo essa ação. 

A Brahma teve sorte que nosso país foi até a partida final da Copa,  consagrando-se campeão. Como os Estados Unidos  foram eliminados  etapas antes, muitos americanos optaram por torcer pela seleção brasileira. Eles achavam que a camisa da Brahma, usada pela torcida, era a oficial da seleção brasileira, possivelmente devido as cores verde e amarela. Isso acarretou na comercialização das camisetas da marca em diversas lojas ao redor dos estádios. 

Imagine a situação: O estádio lotado com a maioria da torcida usando a mesma camiseta, verde e amarela, com o número um estampado no meio. Enquanto isso, a concorrência que pagou milhões de reais para aparecer durante 30 segundos entre um tempo e outro do jogo não deve ter ficado muito satisfeita. 

A campanha foi eleita, 20 anos depois, uma das campanhas publicitárias mais fortes das ultimas três décadas.  E o publicitário criador da campanha, Eduardo Fischer, foi mencionado no livro Sonho Grande, de Cristiane Correa (particularmente eu recomento)

Enfim, uma campanha eficiente. Perspicaz, que rendeu resultados excelentes para a marca.


Curiosidade.  Veja o vídeo da campanha da Brahma de 1994.

Fontes:
Dicionário Histórico-biográfico da Propaganda no Brasil:  http://goo.gl/5m6FIE
Sonho Grande (em Folha Vitória) : http://goo.gl/sSEywM)
Plugcitários: http://goo.gl/QDS16J)



Kauê é aluno do 4ª semestre do curso de Publicidade e Propaganda do FIAMFAAM Centro Universitário, campus Vergueiro. No Blog SP FIAM ele escreve sobre Memória, destacando campanhas do passado, que além de premiadas, continuam como referências no universo publicitário.

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