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Conheça um pouco mais sobre este novo projeto do curso de Publicidade e Propaganda.

A propaganda faz parte das nossas vidas.

Você pode até ser novinho, mas isso não te impede de ter repertório e conteúdo!

Novo perfil de homem?

A relação entre o consumo masculino e o papel da publicidade e propaganda.

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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Limõezinhos roubam a cena

Por Cainan,


Em 2003, a Pepsi estava lançando o refrigerante Pepsi Twist no Brasil e a agência Almap BBDO ficou responsável por produzir a campanha de lançamento do produto.

A agência optou por criar mascotes para o refrigerante, dois limõezinhos que estariam em situações azedas e engraçadas. O que ninguém esperava era que estes mascotes ganhariam notoriedade mundial.

Criação de Marcello Serpa direção de Luiz Sanches as campanhas ganharam diálogos divertidos, marcando a chegada do novo sabor da Pepsi.

A dublagem dos limões ficou a cargo de Bruno Mazzeo e Lúcio Mauro Filho, que a propósito mandaram muito bem!

Vejamos alguns vídeos:








Fonte:

http://propmark.uol.com.br/agencias/8321:almap-lanca-campanha-para-pepsi-twist

http://cerebrocriativo.blogspot.com.br/2006_02_19_archive.html





Cainan é aluno do 3ª semestre do curso de Publicidade e Propaganda do FIAMFAAM Centro Universitário, campus Morumbi. No Blog SP FIAM ele escreve sobre Memória, destacando campanhas do passado, que além de premiadas, continuam como referências no universo publicitário.  

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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

O leão é manso, mas não é bobo!



O fim década de 70 foi um período de grandes projetos na história da DPZ, já falamos aqui no Blog do Garoto Bombril criado em 1978. Pois bem, na mesma época, em 1979, o governo abriu uma licitação entre as agências de propaganda para divulgar o exercício de declaração do Imposto de Renda no ano seguinte e a DPZ foi escolhida.

O pedido de Francisco Dornelles, Secretário da Receita Federal, era que a campanha mostrasse os investimentos em tecnologia e a seriedade de fiscalização das declarações que chegariam a ser analisadas individualmente.

Neil Ferreira, responsável pela campanha na DPZ, resolveu trilhar outro caminho da proposta inicial, segundo o próprio “A ideia foi criar uma metáfora para deixar bem claro que, se o contribuinte declarasse tudo direitinho, não haveria nenhum problema, mas, se tentasse enganar o fisco, aí sim as coisas se complicariam”. Nesse momento foi decido que o leão, por ser um animal sagaz, seria o garoto propaganda da vez. Simba, o leão protagonista da campanha, foi alugado de um pequeno circo e veio para o Brasil impor respeito e assustar os demais atores que por muitas vezes desistiam de gravar ao descobrir que teriam de contracenar com o rei da selva.

O primeiro filme foi gravado e após receber a aprovação de Francisco Dornelles e do Ministro da Fazenda Antônio Delfim Netto foi ao ar. Os filmes tinham um custo de produção alto, cerca de R$500 mil. As campanhas utilizando o leão ficaram no ar por 10 anos, foram gravados 38 filmes reconhecidos com os mais importantes prêmios internacionais de publicidade.

Veja o vídeo:


O sucesso dos filmes foi tão grande que, embora a Receita Federal não utilize mais o leão em suas campanhas, o animal ainda tem direta associação popular ao órgão. 

Curiosidade: Alguns dicionários como “Aurélio” e “Sacconi” definem a palavra “Leão” como “Orgão encarregado de recolher o imposto de renda”, desta forma podemos observar que o leão já não está mais diretamente ligado à fiscalização e sim à arrecadação de impostos.

Fontes:




Cainan é aluno do 3ª semestre do curso de Publicidade e Propaganda do FIAMFAAM Centro Universitário, campus Morumbi. No Blog SP FIAM ele escreve sobre Memória, destacando campanhas do passado, que além de premiadas, continuam como referências no universo publicitário.  

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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Quem bate? É o friiio!



Você jovem, e estudante de Comunicação (ou não), pode até achar que esse jargão é recente, pois possivelmente você já o ouviu. Entretanto, não é tão novo assim não! É mais velho do que seu pai. É de 1963. 

Existem comerciais, anúncios, jargões e slogans que marcam. E esse, feito pelas Lojas Pernambucanas é um deles.

Eu pedi a ajuda do meu tio para fazer esse post e, confesso que, rí demais quando ele me disse “Fí, isso é mais ‘véio’ que eu! Lembro que assistia essa parada em preto e branco naquela TV da sua avó, que parece uma bomba atômica”.

Veja: 

Não sei você, mas eu dei risadas com esse vídeo.

O comercial passou por uma atualização mista de uma reciclagem, por meio da agência JWT, para o festival de inverno que aconteceu este ano, na própria estação.

Vale lembrar que essa tal reciclagem vem desde 2013. 
Confira as duas versões: 

2014: 

2013: 

Cá entre nós, a expressão desse “fantasminha” era mais camarada antigamente. 

Ficha Técnica.

Agência: JWT
Título: Festival de Inverno 2013
Cliente: Pernambucanas
Produto: Institucional
Finalização: Zulu Filmes
Produtora de som: Sax so funny

Fontes:
www.propagandasMemoraveis.wordpredd.com 
http://www.ccsp.com.br/site/ultimas/64438/Quem-bate-o-frio

www.exame.abril.com.br


Kauê é aluno do 4ª semestre do curso de Publicidade e Propaganda do FIAMFAAM Centro Universitário, campus Vergueiro. No Blog SP FIAM ele escreve sobre Memória, destacando campanhas do passado, que além de premiadas, 

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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

O Brasil virou fã de Parmalat

Por Cainan,



“Tomou?” Esse foi o bordão que caiu na boca do povo durante os anos 90. A campanha “Mamíferos da Parmalat”, criada em 1996 por Ehr Ray, na época diretor da agência DM9DDB e Nizan Guanaes, cocriador da campanha, foi um extremo sucesso. Com um elenco de crianças na faixa de três a cinco anos de idade fantasiadas de animais e um jingle chiclete (Confesso que durante o processo de pesquisa sobre esta campanha fiquei cantarolando o jingle o dia todo).

A DM9 apostou na forma meiga das crianças para consolidar o principal produto de seu cliente (leite) no mercado, abrangendo públicos de todas as idades, sexos e culturas. Decorrente do sucesso inicial da campanha surgiu em 1998 os colecionáveis bichinhos de pelúcia. Eram réplicas dos animaizinhos mostrados na campanha da Parmalat. O consumidor devia juntar 20 códigos de barras de produtos Parmalat mais a quantia de R$ 8,00. Inicialmente a Parmalat tinha a intenção de trocar 300mil pelúcias, porém com o sucesso foi maior do que o previsto e a empresa teve de aumentar a produção para 15milhões. 

No dia 5 de maio de 1998 foram distribuídos 500mil pelúcias, que é considerada a maior troca de brindes já realizada no Brasil.

Após o sucesso da campanha a Parmalat consolidou-se como uma das três maiores empresas de produtos alimentícios do Brasil (naquela época), tendo um aumento de faturamento saltando de R$ 38 Milhões, para R$1, 87 Bilhão por ano.

Em 2007 a agência África, de Nizan Guanaes ganhou a conta da Parmalat e produziu o vídeo “Mamíferos Crescidos”, a campanha mostrava os mesmos atores da campanha anterior, agora grandinhos, trabalhando a ideia de da mesma forma  a linha de produtos da Parmalat estava maior.

Mamíferos das Parmalat: 

Mamíferos Crescidos: 

Fontes:

Cainan é aluno do 3ª semestre do curso de Publicidade e Propaganda do FIAMFAAM Centro Universitário, campus Morumbi. No Blog SP FIAM ele escreve sobre Memória, destacando campanhas do passado, que além de premiadas, continuam como referências no universo publicitário.  

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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Bonita Camisa, Fernandinho!

Por Kauê,



Um post nostálgico para alguns e novo para outros. Quantos se lembram do comercial da marca Us Top? Eu não. Creio que a maioria de vocês leitores também não. Pois é da década de 1980.

A marca, na qual a conta estava com a agência Paulistava Talent, não sabia o quão falado seria esse bordão:“Bonita Camisa Fernandinho”, entre os Fernandos da época e tantos outros até hoje.

Um bordão que foi repetido por, nada mais nada menos que os ex-presidentes da República, Fernando Collor de Melo e Fernando Henrique Cardoso.

Sob a direção criativa de Ana  Longobardi,  a campanha foi premiada na época. Afinal, foi uma das poucas campanhas que usaram homens comuns, sem muita ostentação, em seus comerciais que, ao comprar uma camiseta, escolhiam sempre o melhor e o mais elegante. 

No vídeo, o camarada chamado Fernando é elogiado pela sua vestimenta por seu chefe, que diz:

- Bonita camisa, Fernandinho.

Enquanto os outros, ao redor da mesa de reunião, se vestiam iguais ao seu superior, como o que costumeiramente chamamos de "puxa-sacos".

Veja ou reveja o comercial, aprecie e volte 30 anos atrás:


Fonte:

Propagandas Históricas: http://www.propagandashistoricas.com.br/2013/10/ustop-bonita-camisa-fernandinho-1984.html


Kauê é aluno do 4ª semestre do curso de Publicidade e Propaganda do FIAMFAAM Centro Universitário, campus Vergueiro. No Blog SP FIAM ele escreve sobre Memória, destacando campanhas do passado, que além de premiadas, 

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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Desde 94, a número 1.

Por Kauê,

COPA DO MUNDO FIFA DE 1994. Lembram da comemoração dos jogadores, Apontado o dedo pra cima? E do momento em que levantaram a taça? 


Foi durante uma aula com o Prof. Renato Campos, no curso de Publicidade e Propaganda, que fiquei sabendo deste case e desde então não sai da minha cabeça. Agradeço por sua ajuda e paciência ao me explicar, novamente, esta ação publicitária. 

Possivelmente muitos dos estudantes de comunicação não recordarão desta copa do mundo, ocorrida nos Estados Unidos da América, em 1994, passados 20 anos. Pois é, nem eu. Justamente por isso, é interessante reviver uma ação publicitária dessa época. Nesse post falaremos de uma campanha feita pela Brahma, quando ela ainda não fazia parte da AMBEV.

Naquela época as marcas patrocinadoras do mundial foram Coca-Cola, Antarctica, Kaiser. Espaços publicitários foram adquiridos por essas marcas anos antes do evento.  Porém a Brahma, até então, não havia se pronunciado, muito menos comprado seus 30s para a veiculação de um comercial entre um tempo e outro de uma partida de futebol, ou soccer, como os estadunidenses chamam o “nosso” futebol.

Naquele ano, a conta da Brahma estava com a agência de Eduardo Fischer (Foto à esquerda) que, junto com o publicitário Claudio Canillo, teve uma ideia diferenciada sem ter em mente a repercussão que isso ia dar. Para entender melhor o conceito, imagine você sendo convidado para ir à Copa com tudo pago, estadia, alimentação, vôo, transporte ida e volta para o estádio. Imaginou? Pois bem, foi isso que a Brahma fez. Chamaram alguns brasileiros daqui e outros residentes nos  EUA.

Tentador, não? Porém, havia uma condição: durante os jogos, eles deveriam usar uma camiseta verde e amarela, estampada com o número um no meio, simbolizando a nova campanha da Brahma, “A CERVEJA NÚMERO UM” e no momento dos gols, os torcedores deveriam reproduzir o mesmo símbolo com as suas próprias mãos. Alguns tinham uma mãozinha estilizada pela própria marca. Eles deveriam se sentar nos primeiros bancos das arquibancadas para que, quando a câmera passasse, captasse a imagem deles. Vale lembrar que as gravações são feitas por uma empresa contratada da Fifa, e não pelas nossas redes de televisões locais, nesse sentido não havia nem uma colaboração de uma rede Globo, por exemplo. 


A Fifa não tinha nem ideia de quem/do que era a Brahma, e nem sabia que aquilo se tratava de uma estratégia de marketing, denominada emboscada. Até alguns jogadores do Brasil também entraram neste meio, reproduzindo essa ação. 

A Brahma teve sorte que nosso país foi até a partida final da Copa,  consagrando-se campeão. Como os Estados Unidos  foram eliminados  etapas antes, muitos americanos optaram por torcer pela seleção brasileira. Eles achavam que a camisa da Brahma, usada pela torcida, era a oficial da seleção brasileira, possivelmente devido as cores verde e amarela. Isso acarretou na comercialização das camisetas da marca em diversas lojas ao redor dos estádios. 

Imagine a situação: O estádio lotado com a maioria da torcida usando a mesma camiseta, verde e amarela, com o número um estampado no meio. Enquanto isso, a concorrência que pagou milhões de reais para aparecer durante 30 segundos entre um tempo e outro do jogo não deve ter ficado muito satisfeita. 

A campanha foi eleita, 20 anos depois, uma das campanhas publicitárias mais fortes das ultimas três décadas.  E o publicitário criador da campanha, Eduardo Fischer, foi mencionado no livro Sonho Grande, de Cristiane Correa (particularmente eu recomento). 

Enfim, uma campanha eficiente. Perspicaz, que rendeu resultados excelentes para a marca.


Curiosidade.  Veja o vídeo da campanha da Brahma de 1994.

Fontes:
Dicionário Histórico-biográfico da Propaganda no Brasil:  http://goo.gl/5m6FIE
Sonho Grande (em Folha Vitória) : http://goo.gl/sSEywM)
Plugcitários: http://goo.gl/QDS16J)



Kauê é aluno do 4ª semestre do curso de Publicidade e Propaganda do FIAMFAAM Centro Universitário, campus Vergueiro. No Blog SP FIAM ele escreve sobre Memória, destacando campanhas do passado, que além de premiadas, continuam como referências no universo publicitário.

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terça-feira, 26 de agosto de 2014

Garoto Bombril: 1001 Utilidades

Por Cainan.

Em 1978, a DPZ recebeu a conta do cliente Bombril, o primeiro job seria para promover o detergente lava louças Bril. Washington Olivetto (redator da agência) em parceria com Francesc Petit (sócio e diretor de arte) identificaram que as propagandas dirigidas às mulheres necessitavam de uma mudança, principalmente no que se referia a propagandas sobre produtos de limpeza. Este tipo de propaganda geralmente lembrava as donas de casa de suas obrigações com a limpeza, mostrando ambientes sujos e o produto em ação.

Seguindo a necessidade de mudança, a DPZ buscou inovar e colocar um homem para promover o produto. Neste momento, com auxilio da produtora ABA, o ator Carlos Alberto Bonetti Moreno foi selecionado e passou nos testes para protagonizar o Garoto Bombril. 

Veja o teste e o primeiro comercial estrelado por Carlos Moreno.


O personagem de Carlinhos Moreno seria um funcionário da Bombril, com profundo conhecimento sobre o produto e por não ser um comunicador e sim um cientista criador dos produtos, seria tímido, meticuloso, etc.

A campanha inicial foi de apenas 4 vídeos, mas com o sucesso de veiculação, Moreno recebeu uma proposta para um contrato de exclusividade. O ator aceitou e o contrato foi se prorrogando. Em 1994 a campanha entrou para o Guinness Book por maior tempo de veiculação de uma campanha com praticamente a mesma equipe.

Melhores momentos dos comerciais Bombril 

Com o passar dos anos o Garoto Bombril dividiu sua bancada com algumas celebridades e interpretou diversos artistas e personagens como: Silvio Santos, Che Guevara, He Man, um roqueiro, uma idosa e até uma situação onde o Bombril se comprometia a limpar até mesmo piada suja. O famoso caso de corrupção do ex-prefeito (falecido) de São Paulo, Celso Pita, aparece retratado em um dos comerciais. Até o ex-presidente dos Estados Unidos e sua secretária Monica Lewinsky fazem parte das construções de personagens de Carlos Moreno e a marca Bombril.

Carlinhos Moreno deixou os comercias da Bombril em 2004. Com a perda de mercado, voltou a empresa em 2007 ficou até o ano de 2011 totalizando 344 inserções como Garoto Bombril.

Curiosidade: a banda de rock Titãs gravou um clipe, para sua interpretação da música Pelados em Santos da banda Mamonas Assassinas, totalmente inspirado nas campanhas da Bombril incluindo a participação especial do próprio Garoto Bombril.

Fontes: 

Depoimento de Carlos Moreno sobre as campanhas Bombril: https://www.youtube.com/watch?v=8t7qLdW2zTE 
Site da Revista Exame: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/o-nascimento-do-garoto-bombril

Cainan é aluno do 3ª semestre do curso de Publicidade e Propaganda do FIAMFAAM Centro Universitário, campus Morumbi. No Blog SP FIAM ele escreve sobre Memória, destacando campanhas do passado, que além de premiadas, continuam como referências no universo publicitário.  

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