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segunda-feira, 28 de julho de 2014

Em casa ou na rua, basta estar conectado.


Mais de 50 milhões de brasileiros já fizeram alguma compra pela internet. Estima-se que em 2014 o comércio eletrônico movimente cerca de R$ 35 bilhões, e quase 10% das vendas já são efetuadas por meio de aplicativos de celulares ou tablets. Dentro do universo de vendas on-line, alunos do curso de Publicidade e Propaganda do FIAM-FAAM Centro Universitário pesquisaram as compras de ingressos, de shows e cinema, por meio de dispositivos móveis como celulares e tablets

A pesquisa foi realizada com 102 pessoas, sendo a maior parte (69%), jovens entre os 16 e 25 anos, com a maioria no ensino superior e, quase a totalidade dos entrevistados (96%) já fizeram alguma compra pela internet. Dos entrevistados 29% já fez alguma compra por meio de dispositivo móvel, um percentual bem maior do que o nacional, apresentado pela e-bit no relatório Webshoppers

A compra de ingressos é a principal aquisição quando o assunto é celular ou tablet, pelo menos 21% dos entrevistados já compram ingressos usando um smartphone, porém apenas 12% fizeram compras utilizando aplicativos, enquanto a maioria ainda acessa os sites de vendas, mesmo que seja pelo celular. 

A pesquisa revelou que a comodidade é o principal argumento para realizar compras pelo celular, totalizando 45% dos entrevistados que citou esse o motivo principal da realização da compra por meio de dispositivo móvel. Dos ingressos que são comprados 52% são para shows ou cinema, enquanto outras opções como teatro, festas e eventos culturais tiveram menor citação. A maioria dos entrevistados (68%) se diz satisfeita com a compra online em dispositivo móvel, porém a maior reclamação é sobre a taxa de conveniência, que chega a 20% do valor do ingresso, dependendo do evento. Para 46% dos entrevistados essa é a maior demanda de melhoria para aumentar o uso de aplicativos e sites de compras on-line, seja por meio de um computador, tablet, celular ou smart tv

Com o uso cada vez maior dos dispositivos móveis e com a adesão dos consumidores ao comércio eletrônico, é possível entender que a preocupação em ações voltadas às compras on-line em celulares e tablets deve ser intensificada. O consumidor não precisa mais esperar chegar em casa para efetuar a sua compra, pode fazer isso na rua ou durante uma viagem de metrô, por exemplo. 

FICHA TÉCNICA:
Curso: Publicidade e Propaganda.
Disciplina: Pesquisa e Análise Situacional.
Período: 4º semestre.
Ano: 2014 – 1.
Campus: Liberdade.
Turno: Noturno
Professor: Wesley Moreira Pinheiro
Alunos: Carlos Henrique Figueiredo
                Guilherme Sanches
                Isaura Silva
                Jaqueline Sanches
                Kaique Polino

+SP

CVC, Decolar ou Hotel Urbano?


O turismo é um dos principais setores da economia brasileira, responsável por 9% do PIB do país (dados do Ministério do Turismo). Esse percentual equivale a um volume de R$ 443,7 bilhões movimentando a economia brasileira, posicionando o país como sexta economia mundial de turismo. A meta do meta do Ministério do Turismo é ser a 3ª economia do turismo mundial até 2022. 

E é sobre esse crescimento que as agências de publicidade e os profissionais de propaganda e marketing precisam estar atentos, pois isso afeta diretamente os investimentos em promoção e comunicação.  Preços competitivos, facilidades de crédito, possibilidades de roteiros e mecanismos de acesso à informação e interação com a internet vêm atraindo cada vez mais o olhar do consumidor, ou melhor, do turista

Para entender melhor sobre as demandas dos turistas, alunos do curso de Publicidade e Propaganda do FIAM-FAAM fizeram no 1º semestre de 2014 uma pesquisa sobre o perfil do turista. A pesquisa, de natureza qualitativa, obteve 85 respostas de entrevistados de maioria jovens na faixa dos 21 aos 30 anos, representando 55% da amostra, que costuma viajar pelo menos uma vez ao ano. 

Os motivos principais das viagens são férias ou lazer, 84% dos entrevistados escolheram essas opções. Quando viajam, fazem seus roteiros em território nacional, pois apenas 13% disseram que costumam viajar para o exterior.

A pesquisa apontou que ainda a maioria utiliza os serviços de agências de viagem para definir os seus roteiros, porém 47% alegam que já utilizaram recursos de agência on-line. Pela internet, as pessoas buscam informações sobre as agências e sobre os roteiros e quando optam por uma agência os principais motivos pela decisão de compra são praticidade e preços baixos. Com isso, 85% dos entrevistados se mostraram satisfeitos com as experiências que tiveram com as agências de viagem, porém, há ainda uma série de demandas que pontuam como forma de melhoria da prestação de serviços. Além de preços baixos e comodidade, o turista busca personalização dos serviços. Sentem a necessidade de flexibilizar os destinos, hotéis, meios de transporte em função das suas necessidades ou desejos. Essas demandas possivelmente podem levar o turista que busca mais independência e personalização para os sites de viagens, onde, roteiros, passagens, hotéis e demais serviços podem ser escolhidos conforme a necessidade do cliente. 

Nesse sentido o resultado da pesquisa aponta para uma nova questão a ser esclarecida: qual o perfil do turista digital? Como ele interage e, principalmente, como ele definiu sua compra por meio dos serviços de vendas de pacotes, hospedagens e passagens? 

Não faltam opções reais e digitais para o consumidor, como CVC, o site Decolar, Submarino e Americanas Viagens, TAM Viagens, Triadvisor, Trivago, Hotel Urbano, além de blogs especializados com dicas e roteiros. 

Em um mercado que cresce a cada ano e aquece a economia, é de grande valia pesquisar mais sobre as forças do turismo e as demandas dos turistas. Afinal, a sua próxima viagem pode iniciar pelo aplicativo do celular, ou pela tela da smart tv

FICHA TÉCNICA:
Curso: Publicidade e Propaganda.
Disciplina: Pesquisa e Análise Situacional.
Período: 4º semestre.
Ano: 2014 – 1.
Campus: Liberdade.
Turno: Noturno
Professor: Wesley Moreira Pinheiro
Alunas: Bárbara Chacon
                Luana Galvan
                Nathalia Cruz
                Tabita Peña
                Thais Alves Freire

+SP

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Investimentos globais em publicidade devem crescer 4,4% até 2018.



A PwC projeta que os investimentos em publicidade na indústria de entretenimento e mídia no mundo devem aumentar nos próximos cinco anos. A 15ª edição do Global Entertainment & Media Outlook Overview 2014-2018 abrange 54 países, que representam 80% da população mundial e traz importantes insights sobre 13 setores da indústria.

O gasto médio com publicidade em televisão, sites, jornal, revista, mídia out-of-home, rádio deve crescer 4,4% até 2018. “Incluímos novas métricas na pesquisa este ano. Também mensuramos penetração de internet nos mercados de smartphones, quantidade de aplicativos baixados e sites de stream de conteúdo pago, mas o gasto em publicidade ainda é muito maior em mídias tradicionais”, explica Estela Vieira, sócia da PwC Brasil e líder de Entretenimento e Mídia.

A TV continua sendo o canal com mais investimentos publicitários, responsável por 32% dos gastos em 2013 e com previsão de aumento global de 34% até 2018. “No Brasil, é uma mídia muito relevante, não à toa os investimentos em publicidade em TV aberta no país ficam em 3º lugar no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e Japão”, diz Estela.

Já a internet está em segundo lugar global em investimentos em publicidade. O crescimento foi de 17% em 2013 e deve atingir 21% até 2018. “Em números absolutos os gastos de publicidade em internet não são tão expressivos, se comparados a TV aberta, mas investir nesse mercado é uma grande tendência. No Brasil esse é um fator muito importante porque os consumidores são heavy users de mídias sociais, jogos, GPS e vídeos”, explica Marcelo Ribeiro, gerente da PwC Brasil e especialista em Entretenimento e Mídia.

Espera-se que, até este ano, o Brasil seja o 4º mercado global em gastos com acesso à internet, com expectativa de crescimento de 85%, podendo faturar US$ 3,3 bilhões.

De acordo com a 15ª edição da pesquisa produzida pela PwC, o gasto mundial esperado para acesso à internet em 2018 é de US$ 635 bilhões, com um crescimento médio ponderado de 8,9% ao ano. “Essa é uma tendência que não deve cair, uma vez que ainda tem muita gente sem acesso à internet e hoje ainda é um serviço muito caro em vários países e o impacto disso terá implicações também no investimento em publicidade”, pondera Ribeiro.

Na projeção global da publicidade veiculada na TV, o aumento de cerca de 5% deve levar a um faturamento de US$ 215 bilhões nos próximos cinco anos. Segundo a pesquisa, o mercado de E&M em países emergentes, como Brasil e Rússia, aumenta praticamente em 50% o seu faturamento no período de 2014 a 2018. Um dos fatores é o crescimento da classe média e da urbanização nestes países. 

Metodologia - Em sua 15º edição, o levantamento avalia os gastos dos consumidores e investimentos com publicidade. A análise foi realizada em 13 segmentos do entretenimento, que inclui TV aberta e fechada, revistas, jornais, internet, música, outdoor, cinema, games, entre outros. O estudo deste ano contou com a inclusão do Egito, da Arábia Saudita, dos Emirados Árabes Unidos e do Peru.

Fonte: Adnews

+SP

sexta-feira, 16 de maio de 2014

20% de desconto ou 5 segundos para pular o anúncio?



20% de desconto ou aguarde 5 segundos? Duas informações comuns nas propagandas em redes sociais, seja por meio de promoção de vendas no Facebook, ou promoção de marca e produto por meio de vídeos no Youtube. Mas, os consumidores respondem a esses estímulos publicitários?  Um grupo de alunos do 4º semestre de Publicidade e Propaganda do FIAM-FAAM Centro Universitário levantou dados que corroboram o entendimento sobre essa questão

A pesquisa, de natureza qualitativa, buscou entender a opinião do consumidor sobre a publicidade e propaganda nos perfis de sites de redes sociais.  Os alunos escolheram o tema por ser contemporâneo e exploratório além, de ser de interesse amplo das empresas e do setor de comunicação, especialmente o das agências de publicidade.  Corroborar o entendimento sobre como o consumidor percebe e reage com as propagandas veiculadas em seus perfis digitais deve trazer elementos importantes sobre as ações de promoção e vendas, por exemplo. 

Foram coletadas 69 entrevistas, feitas por meio de survey online, pela ferramenta QuestionPro. A amostra é qualitativa, por meio de técnica não probabilística, do tipo bola de neve, normalmente utilizada em pesquisas na internet.  O primeiro dado que merece atenção é que a maior parte dos entrevistados respondeu a pesquisa por meio de dispositivos móveis, totalizando 59%, que responderam por smartphone ou tablet.  

Homens e mulheres responderam a pesquisa, tendo uma diferença de apenas 8 pontos percentuais a mais de mulheres. Jovens, entre 18 e 25 anos (77%), cuja renda média mensal familiar varia entre 1,5 a 10 salários mínimos.  Quase a totalidade desses jovens acessam as redes sociais na internet todos os dias, apenas 4% responderam que fazem isso apenas uma vez por semana.  Reforçando o dado do uso de dispositivos móveis para o acesso à internet, quando questionados sobre qual dispositivo usam para acessar as redes sociais digitais, 81% responderam que usam smartphone ou tablet. Duas redes sociais digitais monopolizam o acesso às informações, Facebook e WhatsApp, são os sites e aplicativos preferidos para acessar informações e seus contatos, totalizando 97% das respostas, com ligeira vantagem para o aplicativo WhatsApp, que teve 52% desse montante.  

Se a pesquisa teve foco nas redes sociais que se criam no ambiente interativo e digital dos sites e aplicativos, então foi questionado aos entrevistados, o que motiva o acesso.  Para 89% dos respondentes, os motivos principais para acessar esses mecanismos de interação social digital são os amigos e os relacionamentos. 

Depois de coletar dados sobre o perfil dos entrevistados e a frequência com que usam as redes sociais digitais, a pesquisa aprofundou no seu objeto de estudo, a publicidade e propaganda nessas redes.   Quando questionados sobre a atenção dada as propagandas veiculadas em sites como Facebook ou Youtube, por exemplo, apenas 27% dos entrevistados se manifestaram contrários, alegando que não prestam atenção em propaganda nas suas redes sociais, enquanto 47% afirma que presta atenção se o conteúdo for de seu interesse e, 10% quando a intenção é de efetuar uma compra

Esse mesmo consumidor que presta atenção de alguma forma nas ações promocionais de marcas, produtos e empresas, não confia plenamente no que vê. Confiam parcialmente nas propagandas, 60% dos entrevistados e, 14% se o preço for atrativo. 24% se mostraram receosos com aquilo que veem nas propagandas expostas no Facebook ou no Youtube, e disseram que não confiam de maneira nenhuma nessas ações promocionais. 

A propaganda nas redes sociais digitais pode levar o consumidor à compra? Para 40% dos entrevistados, sim. Esses alegam que já efetuaram alguma compra por implicação de uma dessas ações promocionais. Mesmo que 60% ainda não tenha efetuado qualquer compra mediante a exploração publicitária pelo Facebook ou pelo Youtube, é importante perceber que as propagandas acabam atingindo o consumidor, e já atinge um percentual próximo de 50%. Assim, é possível refletir que essas ações surtem efeito positivo.  Sabendo que 4 de cada 10 entrevistados fizeram alguma compra por meio de propaganda nas redes sociais digitais, foi perguntado também a frequência dessas compras.  Nesse sentido os dados são diversos, 25% afirmam que compram pelo menos duas vezes ao ano por meio de alguma ação promocional nas redes sociais digitais, enquanto 15%, apenas uma vez ao ano, 13% de três a quatro vezes ao ano e 10% mais de quatro vezes.  

Se um dos objetivos principais da propaganda, especialmente pelas redes sociais digitais, é a venda, então foi questionado se o entrevistado sofreu algum tipo de problema com alguma compra mediante exposição de propaganda nos seus perfis.  A maioria, 93%, responderam “não”, eles não sofreram nenhum tipo de problema com compras online oriundas dessas propagandas. 

Por fim, duas questões encerram a pesquisa: a importância das propagandas nas redes sociais digitais e; a razão dessa importância.  Sete de cada 10 entrevistados acham que é importante sim ter propaganda nas redes sociais pela internet e os motivos principais dessa importância são: facilidade de visualização (27%),  divulgação da marca (24%), novidades no mercado (20%) e compra e venda de produtos (13%). 

Apesar da natureza qualitativa e da amostra pequena, é possível notar que o jovem conectado percebe as propagandas, as consomem, e reforçam a sua necessidade para a manutenção de marcas, produtos e empresas. Dessa forma, as empresas precisam se atentar sobre qual é a percepção e a reação desses consumidores, que devem ser ou se tornar, seus shoppers

FICHA TÉCNICA:
Curso: Publicidade e Propaganda.
Disciplina: Pesquisa e Análise Situacional.
Período: 4º semestre.
Ano: 2014 – 1.
Campus: Brigadeiro.
Turno: Noturno
Professor: Wesley Moreira Pinheiro
Alunos:  Adriano Padilha
                 Antônio Augusto
                 Bruno ávila
                 Bianca Félix
                 Carolina Araújo
                 Caio Marcos Martins
                John Elvis Alves
                Gabriel Cação


+SP